Maitê Gugel, estudante de jornalismo
Vida e tranquilidade. Essas palavras traduzem a UFMG que eu vejo daqui. Depois de tantos encontros, como posso tê-la visto dessa forma apenas agora?
Quando o sol adormece, o barulho mais alto que se escuta é o canto das cigarras. Vez ou outra, risadas e conversas animadas de amigos que passam na maior parte das vezes aos pares, também dão vida ao ambiente.
É estranho ver mais carros que pessoas, todos iluminados por aquele tom amarelado brilhante das lâmpadas. Mas nem por isso o Campus fica menos bonito ou vivo. A negritude do céu e a luz artificial conferem uma beleza diferente, única naquela pequena unidade espaço-temporal.
É engraçado pensar como todos os dias centenas de vidas se cruzam naquele local e experiências das mais variadas ocorrem. Corredor de passagem para alguns, motivo de encantamento para outros. A Praça de Serviços também é palco da vivência cotidiana.
Agora, o coração da Universidade bate calmo, prepara-se para o seu merecido descanso. Mas continua vivíssimo. Nunca o vi tão colorido.
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